quinta-feira, 14 de março de 2013

Colera Anti-Latido como Funciona

Para o caro leito que deseja comprar uma coleira anti-latido para controlar os latidos de seu cão, pois já não agüenta mais as reclamações dos vizinhos ou mesmo não agüenta escutar o cão latir a todo instante, você pode optar em comprar uma coleira anti-latido Smart uma das melhores coleiras do mercado.
A coleira Anti-latido smart é uma coleira de ultra-som que ajuda a controlar os latidos excessivos sem que você precise utilizar um tratamento mais rigoroso, ou seja, sem forçar o seu cão a ficar totalmente mudo e sem provocar danos ao animal. A coleira imite um ultra-som que é acionado toda vez que o cão late, o som vai incomodar os ouvidos do animal causando desconforto, com o passar do tempo o cachorro vai preferir não latir a todo momento por lembrar que após latir vai sentir uma sensação de desconforto causado pelo ultra-som, deste modo ele  vai começar a se disciplinar para evitar  sentir a todo momento o incomodo em seus ouvidos.
coleira anti-latido funciona automaticamente toda vez que o cão latir, ela possui um botão para regular a sensibilidade, você pode aumentar ou diminuir a sensibilidade e juntamente com o ultra som funciona  um apito que serve apenas para que voce tenha certeza que a coleira funciona perfeitamente.
O ultra-som emitido pela coleira não faz mal ao cachorro, não causa danos à audição e não é um método cruel de controle de latidos, pode ser usado para cães a partir de 1 quilo de peso e com mais de 6 meses de idade.
Alguns cães vão atingir um nível aceitável em apenas duas semanas de uso da  coleira, outros cães vão demorar um pouco mais de tempo, pois algumas raças são naturalmente mais vocais que outras,  e outros cães podem não parar de latir por serem mais insistentes e teimosos que outros, vai existir cães que mesmo com a coleira e com todos os cuidados do dono vão continuar preferindo latir.
Para facilitar o uso da coleira anti-latido o fabricante envia um manual no qual explica porque o cão late, como acostumar o cão com a coleira, como ativar a bateria e como colocar a coleira, como adestrar o cão, o que esperar do cão durante o adestramento, como usar etiquetas e placas de identificação e outras perguntas.
Você pode ajudar durante o período que o cão estiver utilizando a coleira procurando identificar as causas que fazem seu animal latir como louco, verifique se o cão não late para te avisar da presença de estranhos, ou se é para chamar sua atenção e pedir carinho, ou porque esta com excesso de energia e precisa sair mais para passear entre outras causas.
Você pode procurar identificar algum estimulo que faz seu cão latir  e tentar ajudá-lo colocando, por exemplo, uma barreira visual entre a rua e ele, comece a treinar seu cão para atender o comandoquieto, exercite seu cachorro regularmente para que ele gaste energia e não tenha tanta disposição para ficar latindo.
A coleira anti-latido só deve ser usada em cães sadios, se seu cachorro passou por algum trauma ou possui comportamento estranho consulte o veterinário antes de usar a coleira.
Você pode optar por outro tipo de coleira da Smart ela funciona através da vibração do latido do cachorro que instantaneamente lhe é enviada uma correção  sonora inofensiva, mas com uma intensidade que vai incomodar o animal, a coleira pode ser usada o dia todo pelo cão, toda vez que seu cachorro latir você escutará um sinal sonoro, esse som pode ser importante para indicar se a bateria esta carregada, esse modelo tem um sensor luminoso de carga de bateria.

O QUE É "ADESTRAMENTO COM CLICKER''?

É o termo popular para o método de ensino baseado no que sabemos sobre como os seres vivos aprendem.
Estudos mostraram que qualquer criatura – seja um cachorro, gato, golfinho, papagaio, peixe, cavalo, lhama ou humano – é mais suscetível ao aprendizado e à repetição de ações que resultam em consequências que ele goste e deseja.
O adestramento com clicker oferece consequências desejadas pelo animal, em troca das ações ou comportamentos desejados pelo treinador.
Chamamos essas conseqüências de “recompensa” e o processo que leva à recompensa é chamado de “reforço”. Treinamento com clicker, portanto, é um sistema de adestramento baseado em “reforço-positivo” (coisas que o animal deseja).
Por que o clicker é usado?
A principal diferença entre o adestramento com clicker e outros treinamentos baseados em recompensas, é que o animal tem como saber exatamente qual comportamento fez com que ele ganhasse a recompensa. Essa informação é comunicada com um som único e distinto, um “click”, que ocorre ao mesmo tempo que o comportamento desejado – seguido da recompensa.
Sem o “click”, você pode demorar para recompensar e o animal pode não fazer a conexão entre a recompensa e aquela ação, ou, pior, pode associar a recompensa à uma outra ação, ocorrida logo em seguida à que você gostaria.
Com o clicker o adestrador conseque “marcar” precisamente o comportamento, fazendo com que o animal saiba exatamente o que ele estava fazendo. É por isso que os adestradores chamam o “click” de “marcador de eventos”. O “click” também faz a conexão entre o comportamento e a recompensa.
Por que usar o clicker? Por que não uma palavra?
clicker se torna mais potente do que uma palavra porque não é um som que o animal pode ouvir em outras circunstâncias. Ele significa apenas uma coisa: uma recompensa está a caminho pelo que você fez quando ouviu o “click”.
Ele pode ser produzido instantaneamente e no momento exato em que o comportamento ocorre. Mesmo um comportamento muito pequeno e rápido (o movimento da orelha, por exemplo), pode ser “clicado”.
Diferente das nossas vozes, em que a mesma palavra pode ter vários tons e expressar emoções e significados diferentes a cada vez, o som do “click” é exatamente igual todas as vezes, e seu significado nunca varia.
Humanos são criaturas verbais, mas os animais não. Pode ser difícil para eles diferenciar uma única palavra de tantas outras sem significado que lhes dizemos todos os dias. O significado do click, no entanto, é sempre claro. É sempre dirigido ao animal, e é sempre coisa boa.
A clareza com que o click permite ao treinador se comunicar com seus animais tem um efeito profundo no relacionamento entre eles. O nível de interação aumenta, e o treinador e o animal se tornam mais interessados e divertidos um para o outro.
clicker e as recompensas precisam ser usados para cada comportamento, para sempre?
Não. Uma vez que o comportamento foi aprendido e o animal entende o comando, não há mais a necessidade de clicar. Você pode manter o comportamento recompensando o animal ocasionalmente.
Comportamentos aprendidos também são mantidos com recompensas do dia-a-dia: por exemplo, sentar quietinho na frente da porta é recompensado com você abrindo a porta para o animal sair/entrar.

COMEÇANDO A TREINAR COM CLICKER
Então, você comprou um clicker e está pronto para tentar essa nova maneira de treinar seu cachorro? Essas dicas vão te ajudar a começar.
Passo 1. “Carregue ” seu clickerClique o clicker uma vez (aperte e solte) e dê ao seu cão um pestisco.
Dica: Use algo que seu cão realmente goste no começo. Pequenos pedaços de comida são melhores porque o cão geralmente engole rápido e está pronto para a próxima rapidamente.
Repita isso até que seu cão reaja ao clicker (ficando surpreso, mexendo as orelhas em sua direção, ou de repente olhar para você procurando pelo petisco). Se ele fizer isso, você está pronto para o próximo passo.
Dica: Tente manter o seu “timing” aleatório (1-5 segundos entre um click/recompensa e o próximo click/recompensa).
Nota técnica: Isso é chamado de “estabelecer um reforço secundário”, mas a maioria das pessoas chama isso de “carregar o clicker”!
Lembre-se: Clique primeiro, depois recompense.
Passo 2. Três maneiras de treinar: Capturar, guiar, ou modelar comportamentos
Capturando um comportamento
Espere até que seu cão faça alguma coisa que você gosta. Pode ser qualquer coisa: levantar uma pata, sentar, tocar sua mão com o focinho, olhar pra você ou ficar com as quatro patas no chão (para um cão que gosta de pular em você).
Quando ver algo, click durante o comportamento e dê ao cão a recompensa (petisco).
Dica: Se o seu cão está muito distraído para notar que você está lhe dando um petisco, volte ao “Carregando seu clicker”.
Toda vez que seu cão exibir aquele comportamento novamente, click e recompense.
Dica: “Timing” (exatidão no momento de clicar) é importante. Pense no clicker como uma câmera que marca o instante em que o cão está fazendo a coisa certa.
Nota: Não se preocupe em dizer o nome do comportamento por enquanto. Cães aprendem por associação, e você quer que ele associe o comando à completa e correta ação. Além do mais, você poderia distrair o cão ou até você mesmo!
Guiando um comportamento
Segure o pestico na frente do focinho do cão. Ele provavelmente vai tentar lamber, mas não deixe que ele o coma ainda. Você pode usar esse petisco como um “ímã do focinho”, já que o cão provavelmente vai seguir ele a todo lugar. Você pode “atrair” ou “guiar” o cão na posição que você quer que ele aprenda. Por exemplo, você pode guiar um “senta” movendo lentamente o petisco do focinho para trás da cabeça dele (mantenha baixo para que ele não pule).
Assim que ele estiver na posição desejada, click o clicker e dê a recompensa da sua mão.
Modelando um comportamento
Essa é uma maneira avançada de “capturar”. Você começa clicando/recompensando o menor sinal do comportamento que você quer chegar no final do treinamento, e depois se concentra em dar pequenos passos até seu objetivo final.
Por exemplo, você deve clicar/recompensar toda vez que seu cão vira a cabeça para a esquerda. Logo ele vai estar fazendo isso mais e mais. Então você clica/recompensa quando ele vira mais. Então, somente quando ele virar e der um passo à esquerda. Então, quando vira a cabeça e dá dois passos, e então três. Eventualmente você vai ter um cão que vai dar uma volta inteira em um círculo, e só vai clicar/recompensar para isso. Então, você vai esperar até que ele faça dois círculos para clicar/recompensar. Então, só vai clicar/recompensar os mais rápidos. Finalmente, você vai ter giros “modelados”.
Passo 3. Adicione um comando verbal
Quando seu cão estiver fazendo o truque constantemente, no ponto que você pode prever quando ele está para apresentar o comportamento, comece adicionando o comando.
Por exemplo, se você sabe que ele está para sentar, diga “Senta”. Se você sabe que ele está para levantar a pata, diga “dá a pata”.
Combine o comando com o comportamento várias vezes.
Dica: cães não sabem o que são “comandos”. Mas seu cão VAI aprender que se ele fizer aquele truque quando ele ouve o comando, ele vai ser recompensado.
Aviso: Se você pegar o hábito de repetir o comando, o seu cão vai achar que ele é “senta-senta-senta”, e vai SEMPRE esperar você dizer três vezes antes de responder a ele!
Passo 4. Testando o comando
Tente dizer o comando verbal. Se o seu cão fizer o truque, clique dê a ele um “jackpot” — um monte de petiscos que ele adora e bastante carinho!
Dica: Sempre que você REALMENTE gostar de algo que seu cão fizer, clique e recompense com petiscos melhores.
Se ele não executar o truque quando você der o comando verbal, você se adiantou. Trabalhe nos Passos 2 e 3 por mais tempo.
Passo 5. Ignore comportamentos sem o comando
Quando o cão estiver constantemente fazendo o truque quando você der o comando, pare de clicar/recompensar ele por fazer no resto do tempo. Simplesmente ignore esses comportamentos “espontâneos”. Continue a clicar/recompensar quando ele fizer sob comando.
Nota 1: Você vai perceber que seu cão vai começar a fazer o truque várias vezes assim que você parar de recompensar. Isso é normal. (Você provavelmente faz a mesma coisa quando um botão pára de funcionar. Ao invés de tentar alguma outra coisa, você simplesmente aperta o botão várias vezes, mais forte, antes de desistir!).
Nota 2: Capturar o comportamento é uma boa maneira de controlar comportamentos indesejados, como latir ou pular em você. Mas esteja atento para o que acontece depois (ver Nota 1). Para manter comportamentos indesejados sob controle, é sempre bom dar o comando do comportamento que você não quer, clicar/recompensar de vez em quando – faça sessões de pulos ou latidos!
Passo 6. Torne-se um recompensador aleatório
Agora, tente fazer o seu cão repetir 2 ou 3 vezes o truque antes de clicar/recompensar.
Dica: É uma boa idéia dizer “Muito bem!” a cada vez, só para que seu cão saiba que está fazendo certo.
Isso é chamado “colocar o comportamento em um programa de reforço variável”. O cão não sabe quando ele vai receber a grande recompensa, então ele vai continuar tentando – da mesma forma que pessoas na loteria.
Importante: Já
que você está recompensando com menos frequência, você também pode ser mais exigente – apenas recompense os “senta” mais certos, ou as levantadas de patas mais altas. Aqui é que o comportamento é aprimorado. Nota: Algumas pessoas preferem aprimorar o comportamento antes de adicionar o comando verbal.
Passo 7. Generalize
Agora ensine o cão que esse comando vai funcionar em todo lugar. Mude para diferentes locais da casa e tente. Vá para fora e tente. Tente com a coleira ou sem. Tente no carro, no parque e no veterinário.
Dica 1: Você pode precisar voltar alguns passos, talvez até mesmo voltar para o Passo 2, se o nível de distrações é alto.
Dica 2: Você pode dar recompensas maiores para cada conquista.
Seu cão irá “generalizar” o comportamento, e vai aprender que é o comando que é importante, não o fato de que ele está na cozinha, de que está quase na hora do jantar ou que está com a coleira.
Você conseguiu!
Seu cão aprendeu um novo truque, e você aprendeu uma nova maneira de adestrar!

Onde comprar
Americanas:http://www.americanas.com.br/produto/110924853/adestrador-para-caes-clik-r-premier

domingo, 10 de março de 2013

DÁLMATA CICLISTA

Achei este vídeo fantástico e não podia deixar de postar aqui pra galera apaixonada por pintas (rsrs)


PELAGENS E CORES

Os dálmatas devem apresentar pêlos curtos, duros, lisos e brilhantes. Não basta o animal possuir pintas, elas necessitam ser perfeitas para destacar a elegância do cão. Segundo a Federação Cinológica Internacional (FCI), as pintas devem possuir formato arredondado, bem definidas, de coloração preto ou fígado (marrom escuro vulgarmente conhecida como chocolate), sobre branco puro, sendo que devem ser menores nas extremidades (cabeça, membros e cauda). Os chamados cachos de uva (aglomerados de pintas) e os 'patchs' são indesejáveis




Os cães de pelagem preta podem ser homozigotos (BB) ou heterozigotos (Bb). Os cães de pelagem fígados são recessivos e homozigotos (bb). Deste modo um filhote figado pode ser filho de outro figado com preto ou mesmo de dois cães pretos heterozigotos.

Entretanto em meu estudo sobre a raça pude observar outros cores (todas recessivas), que apesar de não serem passíveis de registro e serem raras, podem ser ocasionalmente observadas.



- Pelagem tricolor 


O dálmata tricolor apresenta pintas de cores fígado e preta ou laranja e preta misturadas. 



- Pelagem azul


São animais com pelagem branca com pintas cinzas ("azuis"). Em geral as manchas destes animais tem tamanhos pequenos e são disformes. 




Pelagem Tigrada ("brindle")


São dálmatas que apresentam tons de preto sobre a cor marrom nas pintas. A genética destes cães ainda não é bem compreendida.



- Pelagem laranja

São cães com pelagem branca e pintas num tom de laranja ou acastanhado. Aparentemente advem de uma diluição da cor fígado.



- Pelagem limão 


Os dalmatas de pelagem limão apresentam pintas de cor amarelo-claro ou amarelo-mel. Também são oriundas da presença de um gene diluuidor. São cães de genética recessiva e mais propensos a doenças genéticas. Os olhos podem ser claros e até azuis. Problemas de surdez estão presentes com muita frequência. 



Pelagem Longa 



Algumas dalmatas apresentam um gene adicional que ocasiona pelagem longa. É um gene recessivo logo dois cães de pelagem normal podem vir a gerar um filhote de pelo longo em um ninhada onde a maioria dos filhotes apresente pelagem normal (curta). Apesar de serem puros estes cães não devem serr reproduzidos pois o padrão da raça não permite este tipo de pelagem.

sábado, 9 de março de 2013

Mais sobre o dalmata

ENERGIA
GOSTO POR BRINCADEIRAS
AMIZADE COM OUTROS CÃES
AMIZADE COM ESTRANHOS
AMIZADE COM OUTROS ANIMAIS
PROTEÇÃO
TOLERÂNCIA AO CALOR
TOLERÂNCIA AO FRIO
NECESSIDADE DE EXERCÍCIO
APEGO AO DONO
FACILIDADE DE TREINAMENTO
GUARDA
CUIDADOS COM A HIGIENE DO CÃO

 Família: ScentHound, Pointer
Grupo do AKC: Não-esportistas
Área de origem: IugosláviaFunção Original: cão de carruagemTamanho médio do macho: Alt: 48-58 cm, Peso: 18-27 kgTamanho médio da fêmea: Alt: 48-58 cm, Peso: 18-27 kgOutros nomes: nenhumPosição no ranking de inteligência: 39ª posição

Temperamento do Dálmata
 
Criado para correr por muitos quilômetros, o Dálmata tem um empolgação incansável. Ele é um companheiro divertido e impaciente, que precisa de muito exercício em área segura para se comportar bem em casa. Ele ama correr e poder perambular por aí. Geralmente se dá bem com outros animais da casa, mas se dá ainda melhor com cavalos. Ele tende a ser desconfiado com estranhos. Ele pode ser teimoso.
 
Observações: Dálmatas surdos apresentam problemas de comportamento e de obediência. Não são recomendados para famílias com crianças.
 
 
Cuidados com o Dálmata
 
O Dálmata precisa de muito exercício e atenção. Ele precisa de mais do que um passeio de coleira, e pode ser um bom companheiro de corrida. Suas necessidades podem ser atendidas com atividades intensas e corridas. Apesar disso, o Dálmata precisa de abrigo, cama macia e, mais do que tudo, companheirismo. Assim, o ideal é deixá-lo viver em casa e brincar no quintal. O pelo pede cuidados mínimos, mas a escovação frequente ajuda a remover pelos mortos.
 
 
Saúde do Dálmata
 
Principais Preocupações: surdez, urolitíase
Preocupações Menores: alergias, epilepsia
Vistos Ocasionalmente: CHD, vWD
Exames Sugeridos: audição
Expectativa de vida: 12-14 anos
Observações: Um defeito típico do dálmata é a sua incapacidade de metabolizar
ácido úrico em alantoína, o que gera a tendência a formar
cálculos urinários (pedras).
 
 
Cães semelhantes ao Dálmata
 
Pointer
Great Dane
Beagle
Foxhound americano
Foxhound Inglês
Harrier
Pointer Alemão de Pelo Curto
Setter Inglês

 

A genealogia

Zagreb Spice Girl. Prop: MDalsA genealogia precisa do Dálmata continua desconhecida. Alguns entusiastas reivindicam evidências de que tenha se originado no Egito antigo onde aparece em imagens sobre as tumbas dos faraós. Outros defendem que tenha surgido na Dalmácia, região da Iugoslávia, afirmando que o nome da raça advém do nome da região.
Foi usado inicialmente para guardar estábulos e também como escolta das carruagens, correndo ao lado e atrás delas. Tornou-se mascote dos bombeiros americanos (resquício do tempo em que os caminhões de bombeiros eram puxados por cavalos).

Dálmata


Dálmata(em croata: Dalmatinac) é uma raça canina oriunda da Croácia e muito apreciada por sua típica pelagem manchada. Sua história é ainda desconhecida e motivo de disputas: Alguns reivindicam evidências encontradas no Egito Antigo; outros na Grécia Antiga; e outros na região iugoslava de Dalmácia. De certo, sabe-se que a origem da raça foi atribuída a nação europeia e que seus exemplares foram utilizados para guardar estábulos e escoltar carruagens (como protetores e adornos da aristocracia), além de caçar pragas e pássaros e pastorear. Estes caninos tornaram-se populares e figuraram no cinema e na literatura, tendo nos 101 Dálmatas - animação da Disney de 1961 - uma das principais produções envolvendo-os
Fisicamente podem atingir os 61 cm e pesar 25 kg. Sua pelagem é curta, lisa e varia nas cores branca e preta ou branca e chocolate, sempre em manchas. Entre os principais problemas de saúde que podem acometer esta raça está a surdez. Sua personalidade é dita como ativa, brincalhona e dedicada.